quinta-feira, 30 de julho de 2015

O engajamentodo do líder no processo de gestão de mudança


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03/09/2013
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O engajamento do líder no processo de gestão de mudança

A mudança é uma característica da natureza como um todo. Tudo ao nosso redor está em constante mudança e nós mesmos temos, em nossa essência, uma tendência à inovação, de buscar coisas novas, de explorar novos mundos, de conhecer pessoas e cenários.

Estamos vivendo em mundo globalizado e multicultural, onde assistimos diversas mudanças e com uma velocidade extrema. Para acompanharmos todo esse processo, é necessária uma preparação especial, uma abertura de pensamento e flexibilidade para experimentar o novo, como diz Peter Senge no livro A Quinta Disciplina: "Tanto as pessoas quanto as organizações precisam aprender a desaprender para assimilar o novo...".

As empresas passam por intenso processo de mudança, ou seja, estão abrindo espaço para oxigenar, modernizar e profissionalizar sua estrutura, uma vez que têm optado por investimentos em diversos setores, tais como: desenvolvimento de pessoas, implantação de novas tecnologias, estruturação de métodos e processos de trabalho, alinhamento de seu time de colaboradores às novas exigências da empresa e do cenário mercadológico.

E nada mais oportuno do que pensar no engajamento dos líderes nesse contexto. Justamente porque, o desafio das lideranças é criar o sentimento de necessidade para a mudança. Eles precisam manter um excelente relacionamento com as pessoas envolvidas, ajudando, delegando e principalmente servindo de exemplo no processo de mudança.

Os líderes devem ser pessoas capazes de implementar a mudança, de fazer as coisas acontecerem, identificando o que deve ficar como está, o que deve mudar primeiro, como deve ser mudado, quais as pessoas mais indicadas para o processo, quais as tecnologias e as estruturas que devem ser utilizadas etc. Portanto, os líderes engajados com a mudança devem ser pessoas de ação. As empresas precisam despertar em suas lideranças as competências necessárias para promover e desenvolver a organização de forma humanizada, profissional e integrada, onde a proposta é fazer com que exista uma cultura única e que reflita o modo de pensar da empresa, com um canal de comunicação fluido e transparente, onde todos tenham a oportunidade de inovar e renovar ações e sentimentos.

Compartilho e tomo a liberdade de citar um trecho da reflexão do Grupo Alumni (Liderança Integral - UNIPAZ), onde apresentaram em um de seus encontros de estudos que "pesquisas recentes mostram que se deve começar pelo calor, para gerar confiança, e depois se concentrar nos resultados. Seja lá como for, o grande ponto é que estamos na era da "efetividade com afetividade", da "ciência com consciência" e não é mais possível buscar resultados a qualquer preço (ser apenas forte)".

Em minha opinião, esse é o caminho para fortalecer e sedimentar todo e qualquer processo de mudança de cultura organizacional, ou seja, pautar nas pessoas, em seu potencial e valor. A força do negócio reside exatamente nas pessoas que fazem parte do Time. Toda e qualquer mudança se dá por intermédio do Ser Humano.

Viver esse momento de alinhamento da empresa é único e as lideranças precisam abraçar essa ideia e vestir a camisa, ou seja, estar totalmente engajado e comprometido com o processo. Somente com a cooperação e a união entre os times é que toda e qualquer empresa alcançará o seu objetivo maior.

Palavras-chave: | estilo de liderança | inovação | equipe |

segunda-feira, 27 de julho de 2015

terça-feira, 21 de julho de 2015

De Porta em Porta - completo em HD

"How Coaching Works"

As Lições do Funil de Vendas

Como uma equipe é contagiada pelas emoções de seu líder

Como uma equipe é contagiada pelas emoções de seu líder
Uma vez ouvi o líder de uma pequena organização dizer com bastante pesar: "Quando minha mente está cheia de raiva, as outras pessoas pegam isso como gripe"

Seguir + Daniel Goleman18 de setembro de 2014

Sempre que uma reunião ameaça se transformar em um mal-estar, o presidente da companhia, de repente, lança uma crítica a alguém na mesa que pode recebê-la (geralmente o diretor de marketing, que é o seu melhor amigo). Então ele rapidamente segue em frente, tendo atraído a atenção de todos na sala. Essa tática, invariavelmente, devolve o foco ao grupo. 
Demonstrações de descontentamento do líder são emocionalmente contagiosas. E muitos líderes eficazes percebem que - como elogios - doses bem ajustadas de irritação podem energizar. Agora, uma questão importante: uma mensagem de desagrado bem calibrada é a que leva as pessoas ao seu máximo de desempenho e não promove aquela angústia que corrói a performance.
Nem todos os parceiros emocionais são iguais. Uma dinâmica poderosa que funciona no contágio emocional determina o cérebro de qual pessoa terá mais força para chamar o outro para sua órbita. Os neurônios-espelho são ferramentas de liderança: emoções fluem com força especial da pessoa mais socialmente dominante para a menos.
Uma razão para isso é que pessoas em qualquer grupo, naturalmente, prestam mais atenção e dão mais significado ao que a pessoa mais poderosa do grupo diz e faz. Isso amplia a força de qualquer que seja a mensagem emocional que o líder esteja mandando, transformando suas emoções em contagiosas. Uma vez ouvi o líder de uma pequena organização dizer com bastante pesar: "Quando minha mente está cheia de raiva, as outras pessoas pegam isso como gripe".
Esse potencial emocional foi testado quando 56 líderes de equipes de trabalho simulado foram manipulados para estarem de bom ou mau humor, sendo avaliado o impacto emocional que conduziram nos grupos. Os membros da equipe com líderes otimistas relataram que eles coordenaram melhor seus trabalhos, fazendo mais com menos esforço. Por outro lado, as equipes com chefes mau humorados ficaram sem sincronia, tornando-se ineficientes. Para piorar, em pânico, seus esforços para agradar o líder levaram a más decisões e estratégias mal escolhidas.
Enquanto o desagrado milimetricamente formulado de um chefe pode ser um incentivo eficaz, inflamar as equipes é uma tática de liderança auto-destrutiva. Quando os líderes habitualmente utilizam demonstrações de mau humor para motivar, mais trabalho parece ser feito - mas não será, necessariamente, um trabalho melhor. Além de que o mau humor incansável corrói o clima emocional, sabotando a capacidade do cérebro de funcionar no seu melhor.
Nesse sentido, a liderança se resume a uma série de trocas sociais em que o líder pode dirigir as emoções da outra pessoa para um estado melhor ou pior. Em trocas de alta qualidade, os membros da equipe sentem a atenção e empatia do líder, apoio e positividade. Nas interações de baixa qualidade, ele se sente isolado e ameaçado.
Outro forte motivo para que os líderes sejam conscientes do que dizem para os funcionários: pessoas se recordam de interações negativas com um chefe com mais intensidade, com mais detalhes e mais frequentemente do que das positivas. A facilidade com que a desmotivação pode ser transmitida por um chefe torna ainda mais imperativo para ele agir de forma a tornar edificantes as emoções deixadas para trás.
A insensibilidade de um chefe não só aumenta o risco de perder boas pessoas, mas bombardeia a eficiência cognitiva. Um líder socialmente inteligente ajuda as pessoas a conterem e recuperarem-se de seu sofrimento emocional. 
Para saber mais sobre os superlativos da comunicação no local de trabalho e resolução de conflitos, inscreva-se no curso American Management Association: Liderando com Inteligência Emocional (no local ou on-line durante todo o verão).
Texto publicado originalmente no canal do autor no LinkedIn e cedido gentilmente ao Administradores.com.

Colaboração Edézia –GV TAMBAÚ

sexta-feira, 17 de julho de 2015

RH » Liderança » Entrevista Enviar Comentar Compartilhar Imprimir Marcos Scaldelai - Para “o cara”, não existe zona de conforto! Por Patrícia Bispo para o RH.com.br Um executivo que desde cedo mostrou sentia uma grande necessidade de ultrapassar seus limite e como ele mesmo diz "sem medo de colocar a cabeça na guilhotina". Essa é uma breve descrição da forte personalidade do executivo Marcos Scaldelai, que - em 2013, com apenas aos 36 anos de idade tornou-se presidente de uma das maiores e conhecidas empresas do Brasil - a Bombril, uma companhia que conta com três complexos industriais, mais de três mil funcionários e uma produção anual de cerca 450 mil toneladas de produtos. Em seu primeiro trabalho como escritor - "99,9% não é 100%", lançado recentemente pela Editora Gente, Scaldelai utiliza uma linguagem bem peculiar e envolvente, aonde fala sobre sua carreira de sucesso. Nesse livro que fará muitas pessoas quebrarem paradigmas, o leitor - seja ele líder ou aspirante, empreendedor, estudante, funcionário de carreira, artista ou autônomo - terá ao seu alcance dicas valiosas para se tornar um profissional brilhante. "Não pulei nenhuma etapa. Minha carreira foi construída passo a passo, mas meu perfil, empresas e pessoas que conheci, foram os ingredientes para que eu conseguisse chegar ao cargo de presidente cedo, mas com a maturidade suficiente de quem desenvolveu estratégias e soma cases únicos de mercado", confessa o executivo. No seu livro, Scaldelai mostra a importância das pessoas deixarem uma marca individual por onde passam e como elas podem se tornar sinônimo de liderança e resultado. Com a publicação, o jovem executivo quer não só compartilhar suas experiências, mas sim provocar o leitor para uma mudança de cultura, ao demonstrar que o trabalho incessante e obstinado é um dos meios mais eficazes de se tornar um líder inspirador. Em entrevista ao RH.com.br, Marcos Scaldelai fala sobre seu livro, sua marca individual como profissional e o que faz um líder destacar-se no mercado. Essa é, sem dúvida alguma, uma oportunidade única para quem deseja espelhar-se em um profissional que faz da sua carreira um desafio diário e sem medo de colocar a "cabeça na guilhotina!". Boa leitura e até breve! RH.com.br - O que faz um líder destacar-se dos demais e se tornar um talento? Marcos Scaldelai - No livro que acabei de lançar, 99,9% não é 100%, pela Editora Gente, eu listo as quatro que competências essenciais que um líder deve ter. São elas: Empreendedorismo, Senso de Urgência, Brilho nos Olhos e Excelência. Essas são as competências globais para quem quer ser, literalmente, "o cara" dentro de uma companhia. Quem pensa e age como o dono, quem entrega tudo "para ontem", quem tem foco em resultados - esse é o perfil de um líder em potencial. RH - Quando sabemos que chegamos aos 99% da nossa entrega e podemos acrescentar algo mais ao negócio da organização? Marcos Scaldelai - É como digo no livro: 99,9% não é 100%! Você tem que sair de casa para a organização, pensando em entregar 200% e nunca 100%. Tem que sempre achar que pode mais do que aparentemente está ao seu alcance, precisa olhar tudo o que vai fazer pelo potencial máximo, jamais pelos limites. Atingir a meta, ou seja, os 100%, é a obrigação mínima de cada profissional. Quem é verdadeiramente arrojado na busca por resultados nunca pensa em atingir 100%, ele sempre pensa que pode mais. Para "o cara", não existe zona de conforto. RH - Qual o temor mais comum que o senhor identifica entre os líderes da atualidade? Marcos Scaldelai - Sem dúvida alguma o risco. É preciso se desafiar e se arriscar a superar limites. Buscar novos desafios, pensar "fora da caixa". O líder atual deve ser o primeiro a fazer isso, pois a falta de inovação é a sua maior ameaça. RH - Em sua opinião, um líder tem direito a fracassar? Marcos Scaldelai - O fracasso faz parte da vida. É preciso olhar para ele como um aprendizado. Quando você tem a coragem de fazer algo que foge do comum, está provocando situações inesperadas e é aí que você se destaca dos demais. O sucesso e o fracasso andam lado a lado. Repito: é preciso colocar a cabeça na guilhotina. RH - Qual a marca registrada da gestão do líder Marcos Scaldelai? Marcos Scaldelai - Sem dúvida, colocar a cabeça na guilhotina é a minha marca. Sempre me arrisquei e gosto de ser reconhecido como quem supera expectativas. Falando de dia a dia, uma das minhas maiores marcas é exigir que toda a minha equipe pense comercialmente. O foco em resultado de vendas tem que estar em todos os setores da empresa, não só no comercial. É preciso pensar comercialmente, sempre. Palavras-chave: | Bombril | Marcos Scaldelai | crescimento profissional | aprendizagem | O que você achou? Avalie: 12345 Enviar Comentar Compartilhar

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Marcos Scaldelai - Para “o cara”, não existe zona de conforto!

Um executivo que desde cedo mostrou sentia uma grande necessidade de ultrapassar seus limite e como ele mesmo diz "sem medo de colocar a cabeça na guilhotina". Essa é uma breve descrição da forte personalidade do executivo Marcos Scaldelai, que - em 2013, com apenas aos 36 anos de idade tornou-se presidente de uma das maiores e conhecidas empresas do Brasil - a Bombril, uma companhia que conta com três complexos industriais, mais de três mil funcionários e uma produção anual de cerca 450 mil toneladas de produtos.
Em seu primeiro trabalho como escritor - "99,9% não é 100%", lançado recentemente pela Editora Gente, Scaldelai utiliza uma linguagem bem peculiar e envolvente, aonde fala sobre sua carreira de sucesso. Nesse livro que fará muitas pessoas quebrarem paradigmas, o leitor - seja ele líder ou aspirante, empreendedor, estudante, funcionário de carreira, artista ou autônomo - terá ao seu alcance dicas valiosas para se tornar um profissional brilhante. "Não pulei nenhuma etapa. Minha carreira foi construída passo a passo, mas meu perfil, empresas e pessoas que conheci, foram os ingredientes para que eu conseguisse chegar ao cargo de presidente cedo, mas com a maturidade suficiente de quem desenvolveu estratégias e soma cases únicos de mercado", confessa o executivo. No seu livro, Scaldelai mostra a importância das pessoas deixarem uma marca individual por onde passam e como elas podem se tornar sinônimo de liderança e resultado. Com a publicação, o jovem executivo quer não só compartilhar suas experiências, mas sim provocar o leitor para uma mudança de cultura, ao demonstrar que o trabalho incessante e obstinado é um dos meios mais eficazes de se tornar um líder inspirador.
Em entrevista ao RH.com.br, Marcos Scaldelai fala sobre seu livro, sua marca individual como profissional e o que faz um líder destacar-se no mercado. Essa é, sem dúvida alguma, uma oportunidade única para quem deseja espelhar-se em um profissional que faz da sua carreira um desafio diário e sem medo de colocar a "cabeça na guilhotina!". Boa leitura e até breve!

RH.com.br - O que faz um líder destacar-se dos demais e se tornar um talento?
Marcos Scaldelai - No livro que acabei de lançar, 99,9% não é 100%, pela Editora Gente, eu listo as quatro que competências essenciais que um líder deve ter. São elas: Empreendedorismo, Senso de Urgência, Brilho nos Olhos e Excelência. Essas são as competências globais para quem quer ser, literalmente, "o cara" dentro de uma companhia. Quem pensa e age como o dono, quem entrega tudo "para ontem", quem tem foco em resultados - esse é o perfil de um líder em potencial.
RH - Quando sabemos que chegamos aos 99% da nossa entrega e podemos acrescentar algo mais ao negócio da organização?
Marcos Scaldelai - É como digo no livro: 99,9% não é 100%! Você tem que sair de casa para a organização, pensando em entregar 200% e nunca 100%. Tem que sempre achar que pode mais do que aparentemente está ao seu alcance, precisa olhar tudo o que vai fazer pelo potencial máximo, jamais pelos limites. Atingir a meta, ou seja, os 100%, é a obrigação mínima de cada profissional. Quem é verdadeiramente arrojado na busca por resultados nunca pensa em atingir 100%, ele sempre pensa que pode mais. Para "o cara", não existe zona de conforto.
RH - Qual o temor mais comum que o senhor identifica entre os líderes da atualidade?
Marcos Scaldelai - Sem dúvida alguma o risco. É preciso se desafiar e se arriscar a superar limites. Buscar novos desafios, pensar "fora da caixa". O líder atual deve ser o primeiro a fazer isso, pois a falta de inovação é a sua maior ameaça.
RH - Em sua opinião, um líder tem direito a fracassar?
Marcos Scaldelai - O fracasso faz parte da vida. É preciso olhar para ele como um aprendizado. Quando você tem a coragem de fazer algo que foge do comum, está provocando situações inesperadas e é aí que você se destaca dos demais. O sucesso e o fracasso andam lado a lado. Repito: é preciso colocar a cabeça na guilhotina.
RH - Qual a marca registrada da gestão do líder Marcos Scaldelai?
Marcos Scaldelai - Sem dúvida, colocar a cabeça na guilhotina é a minha marca. Sempre me arrisquei e gosto de ser reconhecido como quem supera expectativas. Falando de dia a dia, uma das minhas maiores marcas é exigir que toda a minha equipe pense comercialmente. O foco em resultado de vendas tem que estar em todos os setores da empresa, não só no comercial. É preciso pensar comercialmente, sempre.

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Um executivo que desde cedo mostrou sentia uma grande necessidade de ultrapassar seus limite e como ele mesmo diz "sem medo de colocar a cabeça na guilhotina". Essa é uma breve descrição da forte personalidade do executivo Marcos Scaldelai, que - em 2013, com apenas aos 36 anos de idade tornou-se presidente de uma das maiores e conhecidas empresas do Brasil - a Bombril, uma companhia que conta com três complexos industriais, mais de três mil funcionários e uma produção anual de cerca 450 mil toneladas de produtos.
Em seu primeiro trabalho como escritor - "99,9% não é 100%", lançado recentemente pela Editora Gente, Scaldelai utiliza uma linguagem bem peculiar e envolvente, aonde fala sobre sua carreira de sucesso. Nesse livro que fará muitas pessoas quebrarem paradigmas, o leitor - seja ele líder ou aspirante, empreendedor, estudante, funcionário de carreira, artista ou autônomo - terá ao seu alcance dicas valiosas para se tornar um profissional brilhante. "Não pulei nenhuma etapa. Minha carreira foi construída passo a passo, mas meu perfil, empresas e pessoas que conheci, foram os ingredientes para que eu conseguisse chegar ao cargo de presidente cedo, mas com a maturidade suficiente de quem desenvolveu estratégias e soma cases únicos de mercado", confessa o executivo. No seu livro, Scaldelai mostra a importância das pessoas deixarem uma marca individual por onde passam e como elas podem se tornar sinônimo de liderança e resultado. Com a publicação, o jovem executivo quer não só compartilhar suas experiências, mas sim provocar o leitor para uma mudança de cultura, ao demonstrar que o trabalho incessante e obstinado é um dos meios mais eficazes de se tornar um líder inspirador.
Em entrevista ao RH.com.br, Marcos Scaldelai fala sobre seu livro, sua marca individual como profissional e o que faz um líder destacar-se no mercado. Essa é, sem dúvida alguma, uma oportunidade única para quem deseja espelhar-se em um profissional que faz da sua carreira um desafio diário e sem medo de colocar a "cabeça na guilhotina!". Boa leitura e até breve!

RH.com.br - O que faz um líder destacar-se dos demais e se tornar um talento?
Marcos Scaldelai - No livro que acabei de lançar, 99,9% não é 100%, pela Editora Gente, eu listo as quatro que competências essenciais que um líder deve ter. São elas: Empreendedorismo, Senso de Urgência, Brilho nos Olhos e Excelência. Essas são as competências globais para quem quer ser, literalmente, "o cara" dentro de uma companhia. Quem pensa e age como o dono, quem entrega tudo "para ontem", quem tem foco em resultados - esse é o perfil de um líder em potencial.
RH - Quando sabemos que chegamos aos 99% da nossa entrega e podemos acrescentar algo mais ao negócio da organização?
Marcos Scaldelai - É como digo no livro: 99,9% não é 100%! Você tem que sair de casa para a organização, pensando em entregar 200% e nunca 100%. Tem que sempre achar que pode mais do que aparentemente está ao seu alcance, precisa olhar tudo o que vai fazer pelo potencial máximo, jamais pelos limites. Atingir a meta, ou seja, os 100%, é a obrigação mínima de cada profissional. Quem é verdadeiramente arrojado na busca por resultados nunca pensa em atingir 100%, ele sempre pensa que pode mais. Para "o cara", não existe zona de conforto.
RH - Qual o temor mais comum que o senhor identifica entre os líderes da atualidade?
Marcos Scaldelai - Sem dúvida alguma o risco. É preciso se desafiar e se arriscar a superar limites. Buscar novos desafios, pensar "fora da caixa". O líder atual deve ser o primeiro a fazer isso, pois a falta de inovação é a sua maior ameaça.
RH - Em sua opinião, um líder tem direito a fracassar?
Marcos Scaldelai - O fracasso faz parte da vida. É preciso olhar para ele como um aprendizado. Quando você tem a coragem de fazer algo que foge do comum, está provocando situações inesperadas e é aí que você se destaca dos demais. O sucesso e o fracasso andam lado a lado. Repito: é preciso colocar a cabeça na guilhotina.
RH - Qual a marca registrada da gestão do líder Marcos Scaldelai?
Marcos Scaldelai - Sem dúvida, colocar a cabeça na guilhotina é a minha marca. Sempre me arrisquei e gosto de ser reconhecido como quem supera expectativas. Falando de dia a dia, uma das minhas maiores marcas é exigir que toda a minha equipe pense comercialmente. O foco em resultado de vendas tem que estar em todos os setores da empresa, não só no comercial. É preciso pensar comercialmente, sempre.

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Foco, atitude ou ferramenta administrativa?

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Foco, atitude ou ferramenta administrativa?

Ao empregar nossa capacidade em direcionar esforços para uma determinada atividade, estamos utilizando o que é chamado de FOCO. Contudo, muitas vezes nos distraímos e pensamos estar bem focados em determinado assunto e mais tarde quando os resultados não surgem, percebemos que faltou concentração, FOCO.
Desta maneira, gostaria de lembrar um empresário de sucesso que, em dado momento da história de sua empresa, teve que optar em manter toda uma linha de produção com muitos produtos diversificados, seguindo assim para um caminho de queda nas vendas, ou então direcionar esforços em poucos itens bem elaborados. Quero provocar uma discussão, assim, neste momento pergunto a você, qual seria sua decisão, manter a produção diversificada ou restringir para poucos produtos? Se você estiver lendo essas linhas imediatamente após a pergunta e não pensou em uma resposta, pare, volte e pense um pouco. É muito importante!
Agora, após sua analise, já posso informar que nosso personagem restringiu a produção para apenas quatro produtos, dos muitos anteriormente produzidos. Parece loucura, mas foi exatamente o que salvou sua empresa. É preciso pensar no que se pretende buscar. Outra situação se caracteriza por, você, iniciar uma atividade, interrompendo para realizar outra, e esta "outra" interrompida para iniciar uma terceira, etc., e quando percebe esta ao final de um dia com poucas ou nenhuma das tarefas finalizadas. Falo de atividades burocráticas, manuais, intelectuais e produtivas. Em todas as áreas existe o problema de se tentar fazer além para render.
Vamos pensar claramente, o que vale é fazer muito ou fazer bem feito? A palavra em questão é "FOCO". Para alcançarmos resultados interessantes precisamos direcionar esforços no que é importante. Mas você pergunta: José Augusto, como é possível identificar o que é importante e vai render dinheiro para mim e para a minha empresa? Eu te respondo, contando que o nome do empresário da história acima é STEVE JOBS, e a empresa é a APPLE. Em seu retorno fez aquilo que parecia uma loucura, mas salvou a empresa. Então, você me diz: Claro, mas ele conhecia os produtos que dariam mais retorno. Eu lhe respondo que não. O que foi realizado, realmente, é um trabalho de pesquisa, estudo de mercado, questionamento aos seus colaboradores e usuários. Assim, quando queremos direcionar o esforço para alguma atividade ou produto devemos pesquisar muito, afim de não direcionar energia de forma errada.
FOCO, é saber o que fazer, é ter a energia para realizar e com eficácia, sem desviar do objetivo.
Vamos lá, estude, pesquise e realize. FOCO em suas atividades.
CONQUISTE! Só depende de você.

PARA FAZER A DIFERENÇA ,MUDE SEUS MODELO MENTAIS


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26/05/2015
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Para fazer a diferença, mude seus modelos mentais

Os modelos mentais são difíceis de trabalhar, pois são utilizados de forma tácita, ou seja, têm que serem trabalhados dentro das pessoas e, por padrão, somos resistentes. É importante refletir que quanto mais trabalhamos os modelos mentais, mais fácil ficará a nossa interação com as demais pessoas. Entendendo os modelos mentais, passamos a adquirir outras visões sobre determinadas situações.
Cada pessoa tem seu modelo mental, que normalmente é resultado de suas experiências e diversas histórias de vida ou profissionais, acumuladas ao longo dos anos. Como esses modelos mentais são personalizados é difícil que as pessoas abram mão das suas convicções com muita facilidade. Como exemplo, podemos usar as práticas existentes nas empresas e que toda vez que alguém tenta mudar ouve aquela frase do tipo "isso não vai dar certo", "nós já tentamos e não funcionou", ou seja, esse tipo de ações sempre faz com que nos mantenhamos na rotina ou realizemos a mesma coisa por dias, meses ou até mesmo anos.
Precisamos nos libertar de nossos modelos mentais para conseguir atingir outros patamares e coisas diferentes do que fazemos em nossa rotina. Os modelos mentais são originários das seguintes fontes: a linguagem, o sistema nervoso e a cultura. Para isso, devemos passar por alguns filtros para refletir e mudar o rumo de nossos pensamentos. Aqui, destaco três deles:
1º Filtro - A linguagem - Não imaginamos o poder que nossas palavras têm. O fato de dizer que não conseguiremos alguma coisa ou, então, que alguém fale que já tentou e não conseguiu, joga uma descarga negativa de adrenalina que poucos conseguem imaginar.
2º Filtro - Sistema Nervoso - Se a linguagem é forte, por consequência, o sistema nervoso limita-se mentalmente por achar que "não" podemos fazer coisa alguma, atendendo a "negação" e pronto, desistimos de nosso objetivo.
3º Filtro - Cultura - A cultura é um modelo mental coletivo dentro de todos os nossos grupos de convivência, que se baseiam em algo que sempre foi feito de alguma maneira, fazendo tudo por osmose, ninguém pensa, somos condicionados a fazer daquela forma porque sempre foi feito daquele jeito, por isso temos que pensar diferente para ter resultados diferentes.
Outro dia fui realizar uma avaliação em uma empresa, onde existiam grupos de melhorias realizando apresentações sobre seus trabalhos. Chamou-me a atenção um dos grupos que implementou uma melhoria na empresa, onde se eliminou uma operação que não era necessária. Com certeza o grupo analisou a situação e o problema com um modelo mental diferente com o que a empresa tinha há mais de 100 anos, questionando a real importância da operação. O problema foi resolvido, a prática foi implementada e todos saíram ganhando com isso.
Quer fazer a diferença e sair da rotina? Então, será necessário você mudar seus modelos mentais, pois só assim conseguirá atingir novos patamares e ter sucesso em suas atividades. Somos campeões em nos dar limites ou metas conservadoras, inconscientemente, barrando nossos sonhos apenas por não termos a coragem de mudar nossos modelos mentais.