quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

sábado, 26 de janeiro de 2013

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domingo, 20 de janeiro de 2013


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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Você é criativo ao "vender seu peixe"? Por Luciana CalixtoEdição 01/2013


Capa

Você é criativo ao "vender seu peixe"?

Por Luciana Calixto
Edição 01/2013
Fazer a diferença no mercado elaborando soluções criativas e surpresas para o consumidor é essencial para reafirmar sua marca, conquistar e fidelizar clientes
Criatividade. Pare por alguns segundos e reflita: o que passa pela sua mente ao ler essa palavra? Refletiu? Então, vamos lá: muitos podem associá-la a atividades artísticas ou, até mesmo, a áreas que exigem o ato da criação em si, como a propaganda e o design. Mas o conceito de criatividade vai muito além. Sabe por quê? Fazer a diferença no selvagem mercado de consumo, inovando e elaborando, criativamente, soluções e surpresas para o consumidor é essencial para reafirmar sua marca, conquistar e fidelizar clientes, além de manter uma equipe motivada e participativa com os valores e as metas da empresa. A inovação deve fazer parte do processo empresarial porque temos exemplos de megaempresas que faliram por definharem frente às novidades de mercado. Porém, engana-se quem acha que a necessidade de ser criativo exige um novo ou especial formato de estratégia de marketing.
É só relembrarmos um pouquinho da nossa infância, quando nossas avós iam até o mercadinho da esquina. O dono daquele estabelecimento fidelizava suas clientes pelo atendimento V.I.P.: elas eram chamadas, carinhosamente, pelo nome; podiam se dar ao luxo de receber uma encomenda pedida por telefone em casa e, se fossem acompanhadas de uma criança, aquele mesmo senhor proprietário do mercadinho colocava uma banqueta para que nós ficássemos à altura do balcão e não nos sentíssemos excluídos do “mundo dos adultos”. Logo, a essência da criatividade nos negócios está intimamente ligada ao prestígio do cliente? Exatamente. Ele quer ser surpreendido, sentir-se especial, ser atendido com agilidade, receber informações concretas e o mais interessante: se o empresário aliar a inteligência à criatividade pensando, criticamente, em que aspectos a empresa precisa se aprimorar, ter consciência de suas metas e do que seu público-alvo quer, o cliente ficará tão satisfeito (e agradecido) que pagará o preço que for. Mas como podemos criar estratégias criativas no mundo de hoje? Ousando, dando espaço a insights e ao ócio criativo, saindo da zona de conforto e correndo riscos, sabendo que se pode errar e tentar novamente. Não quer dizer que você precise investir em ideias mirabolantes ou shows de pirotecnia. Então, o que é ser criativo no universo dos negócios?

O cliente tem pressa! Tecnologia (bem estruturada) é a solução!

Vivemos em um mundo com mais de 7 bilhões de pessoas. Quanto maior a população, maior a competividade de mercado e oferta de produtos e serviços. Especificamente, no Brasil, registros demográficos mostram o crescimento de uma população relativamente jovem ocupando seu local no mercado. Essa é a mesma geração que está inserida no universo tecnológico, dos aparatos eletrônicos e que, raramente, ultrapassam mais de 30 segundos acessando a mesma página em um site na web (e que, consequentemente, estimula o mesmo ritmo nos “mais velhos”, que também não querem “ficar para trás”). Mas como inovar, oferecer qualidade e, ao mesmo tempo, agilidade para suprir a impaciência dos clientes do século XXI?
O coordenador do curso de pós-graduação em Gestão Estratégica de Marketing da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-SP) Charles Szulcwski, ressalta que o maior diferencial competitivo, hoje, é ser acessível ao cliente para que seja possível resolver suas necessidades com maior rapidez e eficiência. “Todas as empresas pregam ter o melhor produto e a mais alta tecnologia. Mas as organizações não conseguem disponibilizar as tão sonhadas eficiência e eficácia tecnológicas, pois há carência no Brasil em termos de infraestrutura e mão de obra qualificada”, ressalta.
Ele ainda alerta que para driblar a impaciência dos clientes, o correto é informá-los, corretamente, sobre os produtos, prazos de entrega e jamais prometer o que não poderá cumprir. “O atendimento aos consumidores no País é tão caótico que quem se preocupa em fazer o óbvio – disponibilizar tecnologias que consiga, efetivamente, controlar e aliar a um pessoal qualificado – será reconhecida como uma grande empresa. Entregar produtos no prazo, informar o cliente e saber administrar a tecnologia adotada não é diferencial, mas, sim, obrigação do empresário”.
O mestre em Administração pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), palestrante e autor de uma série de livros sobre empreendedorismo e inovação Fábio Zugman compartilha da mesma opinião de Szulcwski. As pessoas necessitam otimizar seu tempo para dar prioridade ao novo estilo de vida caótico no qual todos nós fazemos parte. As horas que passamos no trânsito várias vezes ao dia e todas as tarefas cotidianas, profissionais e familiares, faz-nos desejar, no mínimo, que o básico chegue até nós: que filas andem rápido e, principalmente, que possamos resolver problemas à distância, tal como pagar contas, fazer reservas, compras ou solucionar questões – rapidamente – pela internet.  E falando em internet, esse é outro ponto que as empresas devem tomar (muito!) cuidado. “Muitas erram em não entender o papel das diferentes mídias que o consumidor tem a seu alcance, sabendo-se que cada uma delas tem uma expectativa. Um exemplo comum são as páginas de empresas em redes sociais que acabam virando uma espécie de SAC alternativo, com consumidores postando queixas e problemas, geralmente recebendo apoio e comentários de outros usuários”.

Fim da fila

Uma empresa que soube usufruir positivamente da infraestrutura tecnológica foi a rede de culinária italiana Spoleto. A inovação que veio para facilitar a vida do consumidor e agilizar o atendimento foi a utilização da ideia “Papa-fila”. Trata-se de uma cartela com todos os produtos do restaurante com a opção de escolha e marcação de itens. O cliente seleciona o que vai comer e entrega o cartão diretamente ao cozinheiro que, inclusive, esclarece dúvidas na hora. As telas digitais que expõem os produtos e preços também foi outro investimento tecnológico da rede que, pelo meio visual, passa ao cliente ideias do que consumir, agilizando a fila e, consequentemente, o atendimento.

Tecnologia

A Hellmann´s e a Ogilvy&Mather Brasil, agência de publicidade da marca, também acertaram no alvo quando o tema é investimento em tecnologia em prol do consumidor. Para estimulá-los a usar a maionese em suas receitas, a ideia foi a criação de um software instalado nos caixas das lojas que reconheceria e combinaria o produto a outros alimentos comprados pelo cliente. O resultado? Para o cliente, uma receita instantânea, impressa na nota da caixa registradora e, para a campanha, uma premiação com um Leão de Ouro em Promo&Activition e com outro de Prata em Direct, ambos no Festival Internacional de Cannes.

Meu cliente é especial

A jornalista aposentada Yolanda Vianna é cliente assídua da loja Carrefour do Boqueirão, um dos bairros mais antigos da cidade de Santos, litoral paulista. Até existem outros supermercados mais próximos de sua casa, mas ela prefere ir àquela loja. Por quê? Vamos às estatísticas: segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Boqueirão é o segundo bairro da Cidade com o maior número de idosos – aproximadamente 7 mil pessoas com idade acima de 65 anos. A relação destes dados está diretamente ligada à grande “sacada” do diretor-regional da loja.
Atento ao perfil dos consumidores e às suas necessidades, a loja passou a oferecer serviços de entrega personalizada. Ou seja, há uma equipe formada por 10 empacotadores que acompanham os idosos e pessoas com dificuldade de locomoção até a porta de suas residências junto com as compras. Os caixas especiais contam com cadeiras estofadas – visando o conforto dos consumidores – e a estrutura desta loja é plana, que permite melhor locomoção pelos corredores e estacionamento. “Eu frequento a loja há seis anos e costumo fazer compras a cada 15 dias. O empacotador acompanha-me com as compras, literalmente, até a porta do meu apartamento. Outro ponto que me conquistou como cliente foi a sensibilidade que a gerência local teve ao perceber que práticas usuais em outros supermercados como o promotor de vendas, que anuncia as promoções no microfone, irritava profundamente os clientes e retiraram esse procedimento do local. Sem aquele barulho, é bem mais fácil raciocinar na hora das compras ou comunicar-se com funcionários para perguntar algo”, elogia Yolanda.
De acordo com Zugman, esse é um exemplo de que, no último ciclo de consumo, as empresas cresceram demais perante o consumidor e que as novas tecnologias aliadas à grande preocupação em buscar informações sobre gestão empresarial derrubaram muros entre empresa e consumidor. “O que está acontecendo, hoje, é que o dono ou gestor foi colocado novamente atrás do balcão. O maior erro é pôr na linha de frente no contato com o cliente pessoas sem autoridade e competência para analisar e tomar decisões importantes. O consumidor precisa se sentir importante. Sempre!”, pontua.
Dentro deste mesmo conceito de tratamento VIP ao consumidor, outro diferencial de mercado é oferecido pelo Grupo Pão de Açúcar. Inspirado nos profissionais da França, o Grupo possui o serviço “Especialista em Queijos”, com propósito de auxiliar o cliente no conhecimento das variedades, nuances e harmonização de toda variedade de queijos disponíveis nas lojas, com informações e sugestões de produtos, além de receitas e degustação. O treinamento de atendentes dura 15 dias e é ministrado peloMaîtreFromager Jair Jorge Leandro e, ao final, os profissionais visitam fábricas no sul de Minas Gerais para conhecer na prática as diversas formas de produção. E como degustar queijo acompanhado de um bom vinho tem tudo a ver, o Grupo também conta com profissionais selecionados internamente que viajam à Serra Gaúcha para conhecer vinícolas e, nas lojas, orientam os clientes sobre rótulos disponíveis, indicando as melhores opções a partir do prato que o cliente pensa em saborear. Hummm!!!

Eco: estratégia ou consciência ambiental?

Nos últimos anos, muitas empresas têm investido em temas referentes à sustentabilidade, seja essa uma estratégia de marketing de reputação – em ser ecologicamente correto –, seja na real intenção de contribuir de forma significativa e consciente com o mundo. Esse é um tema que tem chamado a atenção da mídia. Mas será que importa para o consumidor? De acordo com o consultor, palestrante e professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-RS) Dado Schneider, importa, sim. No entanto, os consumidores brasileiros das classes A e B importam-se com o tema mais do que os emergentes. Em relação ao mercado, podemos afirmar que empresas ecologicamente corretas possuem um diferencial e que a perspectiva é que isso cresça ainda mais em um futuro próximo. “Hoje, há muito ‘blá-blá-blá’ e pouca ação. Que me perdoem as empresas que, efetivamente, já fazem da causa sustentável um de seus pilares de marca e levam a sério, mas há outras em que a iniciativa é de “fachada” e pouca consistência”, opina.
Zugman defende que se há dois produtos, um ligado à sustentabilidade e outro não, uma parcela de consumidores pode, sim, optar pelo primeiro. Porém, ainda, não é algo enraizado na sociedade, principalmente se houver muita diferença de preço. “Mas é muito interessante a ação de empresas que integram a ideia “eco” em suas áreas. Há uma grande marca de refrigerantes que está fazendo um esforço mundial para economizar água. Se pensarmos objetivamente, ela depende da água para a produção de seus produtos. Por outro lado, evitando o desperdício, ela também está cuidando do futuro do planeta”, lembra.
Podemos perceber, hoje, estações de reciclagem de resíduos e locais descartes de pilhas e baterias em algumas empresas, entre as quais no Grupo Pão de Açúcar em iniciativa conjunta com a Unilever. De acordo com as empresas, em números, a iniciativa já coletou mais de 5 toneladas de embalagens de desodorantes aerossóis e, desde 2008, mais de 1,4 milhão de litros de óleo de cozinha, cuja grande parte é encaminhada para a produção de biocombustível. Em relação a pilhas e baterias, desde 2010, foram depositados mais de 28 toneladas, evitando que o material fosse descartado em lixo comum e contaminasse lençóis freáticos, rios e solo.

Reuniões criativas: equipe em sintonia com a empresa!

Imagine que você é um funcionário de uma empresa e que, juntamente à equipe, foi solicitado para fazer um treinamento de dois dias. No dia D, a empresa leva vocês para uma casa sofisticada e encaminha-os para uma cozinha moderna, com um chef de cuisine à espera de todos. De repente, mostram vários ingredientes e dão um prazo para que pequenos grupos se reúnam e façam receitas – mesmo sem experiência gastronômica – sob supervisão do chef e, é claro, de consultores e diretores da empresa. A missão também envolve decorar mesas e preparar menus. Essa ferramenta de reunião criativa chamadateambuilding foi utilizada pelo Recursos Humanos da Kraft Foods, que introduziu a ideia do TOP CHEF, uma ação do Grupo de Consultoria AGK, encabeçado pelos consultores Marcia Krahforst e Eduardo Almeida. Durante o processo, o verdadeiro objetivo foi analisar as competências – não gastronômicas, mas profissionais – de cada um: quem lida melhor em equipe, quem tem maior senso de liderança, quem é organizado, quem consegue trabalhar sob pressão, além de proporcionar, principalmente no segundo dia, entrosamento e descontração entre as pessoas, que puderam sentar-se à mesa, degustar o que cozinharam, comemorar resultados e escutar dos consultores tudo o que foi observado e o que cada um poderia aperfeiçoar no seu trabalho. Segundo a coach e consultora de Recursos Humanos – com Ph.D. em Psicologia pela UniversitaetZuKoeln, na Alemanha, Marcia Krahforst, a ação foi uma metáfora à rotina da empresa. “A meta empresarial é que todos trabalhem em equipe e que consigam desenvolver boas ações com os ingredientes que têm em mãos, para depois poder comemorar os resultados”, ressalta.
Como aconteceu na Kraft Foods, muitas outras empresas estão usando e abusando da criatividade para estimular e incentivar os funcionários no dia a dia profissional, por meio de reuniões criativas e dinâmicas de grupo, cuja principal meta é tornar transparente e acessível os números, metas e objetivos da empresa, para que a equipe também possa contribuir, criativamente, com ideias para o aprimoramento empresarial.  Assim deve ser o modelo de uma empresa do século XXI, de acordo com a coach. “Sempre quando há problemas dentro de uma empresa é uma oportunidade de utilizar a criatividade para solucionar essas questões. É importantíssimo sair da zona de conforto e ter consciência de que essa pode não ser a solução perfeita imediatamente. O mercado que vai responder. Mas é indispensável que a equipe participe com ideias. Assim, elas se sentem parte integrante da empresa e podem contribuir muito com o gestor”.
No entanto, Marcia alerta que, para fomentar a criatividade, é necessário que haja conhecimento e acesso a informações da empresa, para que a equipe não se sinta perdida entre valores, missões e metas. Isso pode ser, facilmente, desenvolvido por meio de ações de endomarketing, com reuniões constantes, troca de e-mails, jornais internos, murais ou intranet. “É essencial, também, que em umbrainstorming, por exemplo, nenhum funcionário seja tolhido em sua criatividade. O que pode parecer besteira, às vezes, é um ponto de partida para um conjunto de ideias brilhantes”, diz. “O líder é um motivador de equipes e a criatividade é o resultado direto da motivação e do sentimento de poder colaborar com algum objetivo, entendendo o sentido que isso tudo faz para si mesmo e para a empresa. Com certeza, é algo maravilhoso e contagiante entre os colaboradores”.
coach ressalta a importância de a empresa dar autonomia à sua equipe, fornecendo um “espaço psicológico”, oferecendo premiações pelas melhores ideias – em dinheiro ou prestígio – e algo muito importante: seguir a tendência do ócio criativo.
“Há empresas respeitosas no mercado de hoje que oferecem aos seus funcionários áreas de lazer, para que eles possam relaxar e escapar um pouco da pressão. Um prazo final é definido, mas o próprio funcionário organiza quanto tempo necessita do tal ócio criativo para desenvolver ideias construtivas”.
coach ressalta que ao estar relaxado, o ser humano atinge um estado em que as ondas cerebrais tornam mais propícios os famosos “insights” criativos, defendido na neurociência.
Quem segue bem esse exemplo é a Agência de Comunicação 4.3.3., localizada em Curitiba (PR), que propicia à equipe vários espaços de lazer que podem ser utilizados durante o horário de expediente. Instalada em uma casa de 600 metros quadrados de área construída, a agência tem sala de jogos, bar, rede e campinho de futebol. Os sócios-proprietários, BudDistefano, Cícero Lago e André Strauss, adotam esse posicionamento como “Habitat de Ideias”, ou seja, um lugar onde as ideias podem crescer e evoluir, naturalmente. A Agência também realiza eventos para os funcionários chamados de “Papo de Boteco”, quase sempre abertos ao público. São encontros realizados no bar instalado dentro da empresa junto a pessoas de fora que abordam assuntos relativos à Comunicação, com direito a happy hour.
Assessora de imprensa da 4.3.3., Yrit Sitnik diz ter a sensação de estar entre colegas e, não, entre chefes de postura rígida. “É claro que há comprometimento em atingir prazos e tarefas, mas tudo fica mais leve porque não há pressão. Nunca trabalhei em uma empresa assim e percebo que o trabalho acaba rendendo muito mais e as ideias surgindo mais facilmente”, afirma.

Opinião dos especialistas!

A pergunta que não quer “calar”: Preço é um diferencial?????
Nós perguntamos aos especialistas entrevistados na matéria se reduzir os preços é um diferencial de mercado. Sabe qual foi a resposta? Não, se ele for justificado!Pessoas ligam para status e pagam muito mais por um produto se virem que é superior. Os clientes são capazes de economizar, fazer escolhas e trocas, de acordo com sua individualidade. Um produto diferenciado passa a fazer parte daIDENTIDADE. Ao diferenciar alguém da multidão, você está tornando seu produto diferente do mercado. O único problema é que, na maioria das vezes, a equipe de vendas não consegue justificar o preço do produto, não vende sonhos. O segredo para se vender sem a “âncora preço” é entender por que o cliente quer adquirir determinado produto, identificando o motivo de compra. O vendedor poderá, então, oferecer bens e serviços que agreguem valor (de conhecimento ou reconhecimento) ao cliente, independente do preço. Aprenda a escutar o cliente, pois ele sempre tem algo novo a dizer! Aliás, fazendo uma comparação, será que alguém se lembra de um certo empresário que fez isso com uma famosa “marca” de computadores? Eis aí um grande exemplo!
Visite a loja www.editoraquantum.com.br que hoje é destaque no que diz respeito a produtos que colaboram com o crescimento profissional.
São revistas, áudios, vídeos, livros, newsletters, eventos e treinamentos voltados para um público vasto de iniciantes, veteranos, gerentes e líderes – todos focados no mesmo objetivo.

Autor(a):
Luciana Calixto
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